Ir para o conteúdo
1000girls logo
Chloe Thompson

Chloe no Vapor

Conto erótico na saunaTabu12 min de leitura

Um conto de Chloe Thompson

Chloe Thompson entra sozinha numa sauna turca de Lisboa a uma hora em que só há homens. Não diz o nome. Pede para ser usada sem conversa e aceita a porta entreaberta.

1,9 mil leituras466 curtidas

O vapor fechava a sauna turca como uma palma húmida contra a cara, e a noite de verão em Lisboa ficava do outro lado da pedra, inútil e distante. Já estava no banco de madeira há um quarto de hora, o suor a descer-me pelas costas até ao rabo, quando a porta se abriu e ela entrou sozinha, sem olhar para os cabides nem para o relógio de parede. O calor fechou-se-lhe à volta do corpo no mesmo instante, e o quarto inteiro pareceu estreitar-se para a receber. Chloe Thompson tinha vinte e três anos, o cabelo cor de cobre colado à testa pelo primeiro golpe de calor, os olhos verdes a habituarem-se à pouca luz, e a toalha escorregou-lhe dos ombros com um gesto tão simples que a nudez pareceu uma decisão antiga. A pele tinha o tom de quem passa o dia ao sol e ainda assim não se queima, e o ventre liso subia e descia com uma respiração curta, medida, como se tivesse ensaiado o ar daquele sítio. Aos quarenta e seis anos conhecia aquele spa o bastante para saber que a última hora pertencia aos homens, e mesmo assim ela avançou para o centro do quarto de pedra como se tivesse marcado o vapor para ser usada.

Não disse o nome. Parou à minha frente com as pernas um pouco abertas, o corpo magro e atlético a brilhar já com uma película de água, e falou baixo, as frases curtas a deixarem um espaço onde cabia a outra pessoa. A voz saiu-lhe rouca, quase sem volume, e o vapor engoliu as sílabas antes de elas chegarem à pedra.

«Se me contorcer, não paras. Não quero conversa. A porta fica entreaberta.»

A mão fechou-se-lhe no pulso e puxei-a para o banco molhado até ela ficar de pé entre os meus joelhos. O pulso era fino e quente, e a veia batia-lhe debaixo do polegar com uma pressa que a cara recusava mostrar. Os peitos eram pequenos e firmes, os mamilos já duros com o calor, e a boca dela abriu-se quando a palma desceu pelo ventre e encontrou a cona nua, quente, os lábios inchados. Estava molhada antes de a tocar a sério, o molhado dela a misturar-se com o suor do banco, e os dedos abriram-na com calma para lhe enfiar dois até ao fundo. A cona apertou, estreita e escorregadia, e ela arqueou as ancas contra a palma sem sorrir, o queixo um pouco levantado, o olhar verde preso no meu. O interior dela latejava à volta dos dedos, quente demais para o quarto, e cada vez que a palma se encostava ao púbis ela prendia o ar sem o soltar. Movimentei os dedos dentro dela a procurar o sítio que a fizesse tremer, e o polegar encontrou-lhe o clitóris, a esfregar em círculos lentos enquanto o vapor nos colava a pele. Um som baixo saiu-lhe da garganta e as pernas abriram-se mais. Continuei a fodê-la com os dedos até a cona fazer um barulho húmido, e ela segurou-me o ombro com força bastante para se manter de pé. As unhas cravaram-se-me na carne sem pedir desculpa, e o corpo dela oscilava para a frente e para trás, a receber o ritmo como se o tivesse escolhido muito antes de entrar.

Puxei-lhe a anca para a frente e passei-lhe a língua pelos lábios da cona, o gosto a sal e a ela, o clitóris debaixo da ponta. Ela segurou-me a cabeça e empurrou-se contra a boca, as coxas a tremerem de cada lado da cara, e chupei-a com a língua metida até me molhar o queixo. O suor corria-lhe da garganta para os peitos e pingava-me na testa. A carne dela era macia e inchada contra os lábios, e cada vez que a língua subia ela puxava-me o cabelo com um aperto curto, sem uma palavra a estragar o que tinha pedido. Quando levantei a cara, a boca estava coberta dela, e ela olhou para a porta entreaberta como a confirmar o que tinha pedido.


Puxei-a para o centro do banco e deitei-a de costas, a madeira a imprimir-lhe as omoplatas, as pernas abertas até o vapor lhe bater na cona. A piça estava dura desde que ela falara, e esfreguei-lhe a cabeça nos lábios molhados até ela tentar fechar as coxas, o que só serviu para lhas abrir outra vez com as palmas. O calor da madeira subia-lhe pelas costas e ela arqueou-se um pouco, o rabo a encontrar o banco molhado, a cona a abrir-se sozinha à espera. Enfiei-me nela de um só movimento, até ao fundo, e o calor da cona fechou-se à volta do pau com um aperto que me tirou o ar por um segundo inteiro. O suor corria-lhe entre os peitos, descia pelo ventre e juntava-se no sítio onde a piça desaparecia dentro dela, brilhante, até aos tomates. Comecei a foder-lhe a cona com pancadas fundas, o banco a ranger contra a pedra, o quarto a devolver o som húmido da pele contra a pele.

Ela segurou-se à borda da madeira e os peitos saltavam a cada estocada. A cona fazia um barulho de água e carne, escorregadia o bastante para me receber inteiro e depois a apertar quando saía quase de todo para voltar a enterrar-me. Olhei-lhe a cara no meio daquilo. Os olhos verdes estavam abertos, a boca entreaberta, e não havia sorriso nenhum naquela boca que nas fotografias parecia feita para o contrário. Uma gota de suor escorreu-lhe da têmpora até ao canto da boca e ela lambeu-a sem desviar o olhar. Fodi-a mais fundo, as mãos nas ancas a puxá-la contra mim, o vapor a tornar o ar quase impossível de respirar. O suor pingava-me do queixo para o peito dela e escorria-lhe até ao sítio onde o pau entrava e saía.

Ela pediu mais com a boca contra o meu ouvido, a palavra curta a perder-se no calor, e obedeci sem lhe perguntar nada. As coxas tremeram-lhe de encontro às minhas. A cona engolia o pau inteiro a cada golpe e o cheiro a sexo misturava-se com o da sauna até não haver outro mundo para além daquele banco. Segurei-lhe uma perna por detrás do joelho e abri-a contra o peito, o rabo quase fora da madeira, e meti-lhe a piça até o púbis bater no dela, fundo, sem pressa de acabar. Ela arqueou as costas e a cona apertou-me numa vaga longa, o suor a escorrer-lhe pela garganta abaixo, os mamilos molhados a apontarem o tecto de pedra. O aperto dela vinha por dentro, fundo, e o corpo inteiro estremecia sem ela o mandar parar.


Cuspi-lhe na boca quando ela a abriu para respirar, e o cuspo escorreu-lhe pela língua abaixo até ao queixo. Ela engoliu o que pôde e o resto brilhou-lhe na pele como mais uma camada de vapor. Segurei-lhe o cabelo e fodi-lhe a cona com a outra mão a abrir-lhe ainda mais a perna, o joelho dobrado, o rabo a bater no banco a cada estocada. A piça saía coberta dela e voltava a desaparecer, o som obsceno, o suor a escorrer-nos pelos tomates e pelo rabo. Ela contorceu-se de repente, as ancas a tentarem fugir para o lado, as mãos a empurrarem-me o peito, o corpo a torcer-se como se o fundo da cona não aguentasse o ritmo. O pedido dela voltou-me à cabeça intacto, e não parei.

Os pulsos dela cabiam-me nas mãos e preguei-os contra a madeira por cima da cabeça, os dedos a fecharem-se com força suficiente para a manter ali, e continuei a meter-lhe o pau até ao cesto, fundo, ritmado, sem lhe dar tempo a fechar as pernas. Ela mexeu a cabeça para o lado e um som saiu-lhe da garganta, alto demais para o vapor, e a cona apertou-me numa vaga que a fez tremer dos pés até à boca. Os peitos subiam e desciam, molhados, e entre as pestanas os olhos verdes continuavam abertos, a olhar-me enquanto a usava. A vontade via-se na forma como as ancas, mesmo presas, acabavam por encontrar o meu ritmo e receberem-me até ao fundo, a cona a puxar-me para dentro de cada vez que eu recuava.

Cuspi-lhe outra vez, desta vez mais perto, e o fio caiu-lhe na língua de propósito. Ela não fechou a boca. Deixei-lhe os pulsos numa só mão e com a outra apertei-lhe o queixo, o polegar a mantê-la aberta, e fodi-a assim até o banco ranger contra a pedra. O calor era tanto que a visão tremia nas bordas. A cona dela fazia um barulho húmido a cada estocada, e o suor pingava-nos da testa para o sítio onde os corpos se encontravam, escorregadio, quente, sem nada a tapar o que se ouvia. Disse-lhe para abrir mais a boca e ela abriu, a língua de fora, a receber o cuspo e o ar ao mesmo tempo, os pulsos ainda pregados na madeira como ela pedira no primeiro minuto. O cobre do cabelo colava-se-lhe às têmporas e o pescoço arqueava-se contra a madeira, a garganta a trabalhar para engolir o que lhe dava.


Senti vir e saí-lhe da cona com um puxão, ajoelhei-me sobre o banco e meti-lhe a piça na boca ainda a latejar, a cabeça a bater-lhe na língua. Ela abriu-se debaixo daquilo e vim-me-lhe ali, o esperma a cair-lhe grosso no meio da língua e a escorrer para o fundo da garganta, um pouco a escapar-lhe pelo canto da boca abaixo até ao pescoço. Segurei-lhe o cabelo para a manter naquilo, a boca cheia, os olhos abertos, e ela engoliu o que lhe dei sem transformar o momento numa graça nem num pedido de desculpa. A garganta mexeu-se-lhe uma vez, depois outra, e o resto brilhou-lhe no lábio inferior como se fizesse parte da pele.

A porta moveu-se. Um homem ficou no limiar, a toalha esquecida nos dedos, o vapor a sair-lhe por trás dos ombros, e viu-nos assim: ela deitada, os peitos descobertos, a boca suja de esperma, as pernas ainda abertas no banco. Não saiu do sítio. Ficou a ver o que lhe corria na língua e o modo como eu lhe segurava a cabeça. Chloe olhou-o de frente, o queixo levantado, o cobre do cabelo colado às têmporas, e não tapou os peitos nem acenou nem partiu a boca numa piada. O espaço entre as frases ficou vazio de propósito, e o homem do limiar engoliu em seco e não fechou a porta. Continuei a ter-lhe a piça junto aos lábios, o último fio a cair-lhe na língua, e ela aceitou-o com os olhos no desconhecido, sem um sorriso sequer a partir-lhe a cara.

O homem ficou. A respiração dele ouvia-se no vapor, pesada, e Chloe não desviou o olhar enquanto eu lhe passava o polegar pelo lábio inferior e lhe metia o resto do esperma para dentro. Os peitos subiam com o ar quente, os mamilos ainda duros, a cona vermelha e aberta entre as coxas molhadas, e ela deixou-se ver como se ser vista fizesse parte do que tinha vindo buscar àquela hora. Passei-lhe a mão pelos peitos à frente dele, os mamilos entre os dedos, e ela não se encolheu. O homem no limiar fechou a toalha contra a barriga e continuou ali, a ver-lhe a boca, a ver-lhe a cona usada, a ver-lhe a cara sem convite nenhum. O quarto de pedra guardou o silêncio dela como se fosse uma ordem, e o desconhecido obedeceu-lhe sem se atrever a um passo.


No chuveiro a água fria bateu-nos nos ombros e o vapor da sauna desfez-se em fios a correr-lhe pelas costas abaixo até ao rabo. Encostei-a ao azulejo e meti-lhe outra vez a piça na cona de pé, uma mão na anca, a outra a abrir-lhe a perna contra a parede molhada. Ela segurou-se à torneira e recebeu-me calada, a água a misturar-se com o que ainda lhe escorria de entre as pernas, o corpo a tremer de cada vez que lhe batia fundo. Fodi-a contra o azulejo até as coxas lhe baterem na pedra, o rabo molhado na palma, a cona a fazer aquele som de carne e água que o chuveiro não conseguia tapar. Os peitos achatavam-se contra o azulejo frio e o rabo empurrava-se contra mim mesmo quando a água lhe cortava a respiração. O frio da parede contrastava com o interior dela, ainda quente, ainda estreito, e cada estocada fazia-lhe soltar um arfar curto contra o azulejo.

Quando saí dela, ela não se virou logo. O telemóvel estava na prateleira do chuveiro, o ecrã aceso com gotas em cima, e ela escreveu com o polegar molhado para um nome que não era o meu. Li por cima do ombro dela, sem ela tapar o ecrã: dizia ao personal da academia que já não sorria e que podia voltar. Uma linha apenas, e o passado inteiro cabia nela. Deixei-lhe a boca no ombro enquanto ela enviava, e a cona ainda me latejava contra a coxa, quente, usada, a pingar para o ralo. Voltei a enfiar-me nela por trás, devagar, só para a sentir apertar-se à volta do pau, e ela apoiou a testa no azulejo e deixou o telemóvel ao lado da torneira. Fodi-a assim mais um pouco, a água fria a contrastar com o interior dela, as mãos nos peitos a apertar-lhe os mamilos, até ela se vir contra o pau com um arfar baixo que não pedia nada a ninguém. O corpo dela tremeu do rabo até à nuca e a cona puxou-me, aperta após aperta, enquanto a água lhe lavava o esperma que ainda lhe escorria da comissura da boca. Ficou uns segundos assim, a testa no azulejo, a respiração a voltar-lhe aos poucos, e não disse o meu nome nem o dele.


Na receção do spa a luz era branca demais depois da pedra. A empregada levantou a cabeça e disse «Boa noite, senhor Ferreira», com a voz de quem fecha o turno e já conta as toalhas. Chloe passou ao lado do balcão sem cumprimentar, o cabelo ainda húmido preso ao acaso, a cara limpa de qualquer convite. Não desejou boa noite. Não perguntou a ninguém como tinha corrido o dia. O telemóvel voltou-lhe à mão no limiar da porta, e vi o ecrã enquanto ela parava aquele segundo a mais: a conversa com Rui aberta, a mensagem enviada, e por baixo nenhum rasto de resposta a acender o vidro. O verão de Lisboa entrou pelo vão com o cheiro a calçada quente, e o ecrã continuou quieto na palma dela.

Ela saiu para a rua sem sorriso nenhum. Um homem passou no passeio e olhou-a da forma como se olha uma cara conhecida, talvez da revista, talvez só da beleza que a cidade ainda reconhece à noite, e Chloe não lhe devolveu nada, nem o aceno mínimo com que as pessoas daquele quarteirão se cumprimentam ao fim de um dia. Atravessei a porta atrás dela só o bastante para a ver tomar a calçada, os ombros direitos, a cara fechada à rua. O quarteirão recebeu-a como a qualquer desconhecida, e ela deixou-se ir assim, sem tratar a noite como se fosse de vizinhos, o telemóvel ainda na mão sem luz nova no ecrã.