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Ploy Wattana

Ploy na Casa Fechada

Conto erótico com a cunhadaTabu11 min de leitura

Um conto de Ploy Wattana

Ploy, 21, fica sozinha na casa do marido da irmã enquanto a irmã, 28, está fora a trabalho. O que começa na cozinha entre cunhada e cunhado é o tipo de traição que os dois vinham adiando.

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A casa térrea de Campinas estava abafada naquele fim de tarde de verão, e o cheiro de alho na frigideira já subia quando eu entendi que estávamos sozinhos de verdade. Ploy tinha vinte e um anos e era a irmã mais nova da minha mulher. Do outro lado da bancada eu sentia os meus trinta e quatro anos e o casamento inteiro encostado naquela visita, pronto para rachar se alguém abrisse a porta. Ela tinha chegado ainda calada demais, tentando ser doce, e eu via a fome por baixo do sorriso como se ela tivesse trazido o pedido na pele e se recusado a pronunciá-lo.

Ploy lavava o arroz com os ombros descobertos pelo vestido fino, o cabelo preso de qualquer jeito, e o calor grudava na nuca dela de um jeito que me fazia perder a conta das colheres. Eu cortei tomate devagar demais, olhando a linha das costas dela, aquela postura fácil de quem cresceu treinando o corpo para caber em qualquer espaço. Quando ela se virou para pegar o sal, nossos braços se tocaram e nenhum dos dois recuou.

«Você vai deixar queimar», ela disse, a frase curta e clara, esperando para ver se eu brincava de volta.

Eu desliguei o fogo com a mão esquerda e a outra foi à cintura dela. Ploy não riu. Encostou o quadril no meu e deixou o queixo levantar, e o beijo que veio em seguida não teve nada de visita de família. A boca dela abriu na hora, quente, e eu senti o gosto de hortelã e de alguém que já tinha decidido antes de atravessar a porta. Minha mão subiu por baixo do vestido, encontrou a coxa nua, depois o tecido molhado da calcinha. Ela arqueou contra os meus dedos sem disfarçar, e o gemido que soltou na minha boca foi baixo o bastante para caber na cozinha vazia e alto o bastante para eu entender que a doçura era só a primeira camada.

«Aqui não», murmurei contra o lábio dela, embora os dedos já estivessem empurrando o tecido para o lado e deslizando na buceta quente. Ela estava encharcada. Ploy fechou os olhos e abriu mais as pernas, apoiada na pia, e eu meti dois dedos nela com a palma esfregando o clitóris até ela prender a respiração. O arroz ficou esquecido. O vestido subiu até a cintura. Eu a beijei de novo enquanto a fodia com a mão, sentindo as paredes apertarem, e ela mordeu meu lábio inferior quando o primeiro espasmo veio cedo demais, incompleto, só uma ameaça.


Eu a levantei pela cintura e sentei Ploy na bancada de pedra, o vestido amontoado nas coxas, a calcinha puxada para o joelho e depois para o chão. Ela abriu as pernas sem que eu pedisse, os calcanhares batendo nos meus rins, e eu fiquei entre os joelhos dela olhando a buceta lisa, inchada, brilhando de tanto molhar os meus dedos. O cheiro dela subiu no ar quente da cozinha, ácido e doce, e eu não perdi tempo com recato.

A língua passou inteira na fenda, de baixo para cima, e Ploy soltou um som que não era nome. Eu segurei as coxas abertas e chupei o clitóris com a boca inteira, molhando, puxando, voltando a meter a língua dentro dela até o queixo escorrer. Ela enfiou as mãos no meu cabelo e puxou, não para afastar, para grudar a buceta na minha cara. Eu comi ela com fome de quem tinha esperado meses, lambendo os lábios inchados, enfiando a língua o mais fundo que dava, voltando ao clitóris para chupar em ritmo curto até as coxas tremerem dos dois lados da minha cabeça.

«Não para», ela pediu, a voz falhando no meio. «Thiago, não para.»

O meu nome na boca dela me atravessou. Eu meti dois dedos de novo enquanto chupava, curvando contra o ponto que a fazia empinar o quadril na pedra fria, e Ploy gozou na minha boca com a cabeça jogada para trás, a buceta pulsando em volta dos dedos, o gozo escorrendo quente pela minha mão e pelo meu queixo. Eu continuei lambendo até ela tentar fechar as pernas e não conseguir, até o segundo orgasmo vir em cima do primeiro, mais feio, mais molhado, com ela xingando baixo em uma língua que eu não falava e empurrando a buceta contra a minha cara como se pudesse se foder nela.

Quando afastei o rosto, a boca estava lambuzada. Ploy me olhou de cima da bancada, ofegante, o vestido preso nos seios, os olhos escuros sem resto de doçura. Ela passou o polegar no meu lábio inferior e chupou o próprio gosto, lenta, e o gesto foi tão sujo que o meu pau doeu dentro da calça.


Ela escorregou da bancada e ajoelhou no piso frio da cozinha sem que eu puxasse. As mãos dela abriram o botão, o zíper, puxaram a cueca, e o pau saiu pesado, vermelho, a cabeça já molhada. Ploy olhou para cima uma vez, conferindo se eu estava vendo de verdade, e então abriu a boca e engoliu até a garganta fechar.

Eu encostei as duas mãos na beirada da pia para não cair em cima dela. A boca era quente e apertada, e ela chupava com uma concentração que não pedia elogio. A língua trabalhava a veia de baixo, a mão torcia a base, e de vez em quando ela tirava o pau da boca só para cuspir nele e voltar a descer até o nariz encostar na minha barriga. Eu sentia a garganta dela recusar e depois aceitar, o reflexo, a saliva escorrendo no queixo e nos colhões. Ploy gemeu com a boca cheia, a vibração subindo pelo pau, e eu puxei o cabelo dela só o bastante para ver os olhos marejados e a boca esticada.

«Olha para mim», pedi, e ela olhou, chupando mais fundo, deixando eu foder a boca em golpes curtos. A buceta dela ainda pingava no piso entre os joelhos. Eu poderia ter gozado ali, na garganta, mas saí da boca dela com um estalo molhado porque queria o resto, queria a cama, queria o crime inteiro.

Ploy passou o dorso da mão nos lábios e se levantou. O vestido caiu no lugar e não cobriu nada do que a gente tinha feito. Ela pegou minha mão e me puxou para o corredor, os pés descalços no chão quente, e eu a segui com o pau para fora da calça, ridículo e duro, atravessando a casa da minha mulher como se a casa já tivesse mudado de dono.


O quarto do casal cheirava ao sabonete da irmã de Ploy, o edredom claro dobrado na cama de casal que eu conhecia de olhos fechados. Ploy parou na beira, tirou o vestido por cima da cabeça e ficou nua com uma naturalidade que me deixou sem graça de ainda estar vestido. Os seios pequenos, os mamilos escuros, a buceta lisa ainda brilhando. Eu me despi sem pressa e a deitei no meio da cama, entre os travesseiros que não eram nossos, e entrei nela devagar, sentindo cada centímetro da buceta abrir e me engolir.

Ela estava tão molhada que o pau deslizou até o fundo de uma vez, e mesmo assim eu forcei a lentidão, encostando a testa na dela, metendo fundo e saindo quase inteiro, de novo, de novo, o som molhado preenchendo o quarto. Ploy prendeu as pernas na minha cintura e me recebeu inteiro, os olhos abertos demais para o que a gente estava fazendo.

«Eu te amo», eu disse, porque era verdade e porque a verdade naquela cama era a pior traição. «Ploy, eu te amo.»

Ela empurrou o quadril para cima, dura, e as unhas cravaram nas minhas costas. A boca dela veio ao meu ouvido, quente, e o que saiu não foi o mesmo amor.

«Fode mais duro», ela pediu. «Para de ir devagar. Me fode.»

Eu obedeci. Segurei os pulsos dela acima da cabeça e meti com força, a cama batendo na parede, a buceta estalando em volta do pau a cada porrada. Ploy gozou de novo com a boca aberta, sem som, o corpo inteiro arqueado, e eu continuei metendo enquanto ela gozava, até não aguentar. Gozar dentro foi uma decisão e um acidente ao mesmo tempo. O pau latejou fundo, jorrando, enchendo ela, e eu continuei metendo devagar enquanto a porra vazava para fora, escorrendo na cama da irmã dela, quente entre as nossas coxas. Ploy me beijou no meio disso, doce de novo por um segundo, e depois mordeu meu ombro como se o carinho tivesse atrapalhado.


Ficamos um tempo daquele jeito, o ventilador de teto girando devagar demais para o verão, o gozo esfriando entre as pernas dela. Eu beijei a boca, o pescoço, o espaço entre os seios, e Ploy deixou, os dedos no meu cabelo, o olhar longe. A casa inteira parecia ouvir. Eu perguntei se ela queria água e ela riu baixo, um som curto, e sacudiu a cabeça.

«Quero que você foda meu cu», ela disse, sem enfeite, olhando para o teto. «Agora. Enquanto ainda está tudo sujo.»

O pau, que eu achava gasto, endureceu contra a coxa dela antes mesmo de eu responder. Ploy virou de bruços, o rosto no travesseiro da irmã, a bunda erguida, e eu vi a buceta usada, a porra escorrendo, o cu fechado e escuro. Lambi os dois, de propósito, misturando saliva e gozo, e enfiei a língua no cu dela até ela gemer alto pela primeira vez naquela casa. Os dedos vieram depois, um, dois, molhados nela mesma, abrindo com paciência que ela não pediu. Ploy empurrou para trás contra a mão, impaciente, e eu entendi o recado.

A cabeça do pau encostou no cu e ela prendeu a respiração. Entrei devagar, sentindo o anel ceder, apertadíssimo, e Ploy soltou o ar num gemido longo quando eu passei da cabeça. Fiquei parado lá dentro, beijando a nuca dela, dizendo que ela estava bem, que eu estava com ela, e ao mesmo tempo metendo mais um pouco, mais um pouco, até o pau desaparecer inteiro no cu. O aperto era brutal. Eu fodi o cu dela com golpes fundos e lentos no começo, depois mais rápidos, a bunda batendo na minha barriga, a porra da buceta lambuzando tudo. Ploy choramingou no travesseiro e pediu mais, pediu para eu não parar, e eu segurei o quadril dela com as duas mãos e fodi o cu com a mesma força que ela tinha pedido na buceta.

Ela gozou assim, com o pau no cu e os meus dedos no clitóris, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em volta de mim tão forte que me arrancou o segundo orgasmo. Gozar no cu dela foi mais fundo, mais sujo, e eu despejei tudo lá dentro enquanto beijava a orelha dela e dizia de novo que amava, as duas coisas ao mesmo tempo, o carinho e a porra, sem saber qual das duas ela tinha vindo buscar.


Mais tarde lavamos o que dava no chuveiro apertado do banheiro da suíte, o azulejo escorrendo, o verão ainda colado nas janelas. Eu lavei o cabelo dela com as pontas dos dedos e Ploy deixou a cabeça cair para trás, os olhos fechados, o corpo marcado dos meus dedos na cintura. Não falamos da irmã. Não falamos do que ia acontecer se alguém visse o edredom. Ela encostou a testa no meu peito debaixo da água e ficou assim um tempo, quieta, e eu senti o pedido atravessado na garganta dela como um osso.

«Você está bem?», perguntei, porque o silêncio dela tinha peso.

Ploy abriu os olhos e quase sorriu, aquele quase que ela usava quando queria ser leve e não conseguia. «Estou. Você é bom demais comigo.» A frase parou ali, incompleta, e ela fechou a boca em volta do resto. Eu esperei. Nada veio. Beijei a testa dela e desliguei a água, e o que ficou entre a gente no banheiro foi exatamente aquilo que ela não tinha dito.

Voltamos para a cama já trocada de lençol, porque eu não aguentei deixar a prova à vista, e ela dormiu grudada nas minhas costas, a respiração quente, a mão aberta no meu peito. Eu fiquei acordado ouvindo o ventilador e o corpo dela, o amor que eu tinha derramado em cima do sexo sujo, e a certeza de que ela tinha pedido o cu para não ter que pedir a outra coisa.


De manhã a luz de Campinas entrou dura pela cortina fina e Ploy já estava vestida, o mesmo vestido do dia anterior, o cabelo úmido preso. Eu fiz café. Ela ficou na porta da cozinha olhando a bancada como se a pedra ainda tivesse a marca das coxas dela. Quando coloquei a xícara na frente dela, as mãos se tocaram e ela não puxou.

«Não precisa ser…», começou, e a frase morreu. Os olhos dela subiram até os meus e eu vi o pedido inteiro, o que ela vinha engasgando desde a véspera, o não me trata com tanto cuidado, o não me poupa. Ploy sorriu em vez de terminar. Bebeu o café. Beijou minha boca com uma doçura que era quase cruel, porque eu já tinha gozado dentro dela duas vezes e ainda assim ela me beijava como visita.

«Tenho ensaio», disse, já na porta, a bolsa no ombro. «Vou embora cedo para não pegar trânsito.»

Eu a acompanhei até o portão da casa térrea, o asfalto já quente, o verão subindo das calçadas. Ploy entrou no carro sem se virar de imediato. Quando se virou, o rosto estava recomposto, autoridade no maxilar, nada da mulher que tinha pedido para ser fodida no cu na cama da irmã. Ela acenou de leve e partiu em direção a São Paulo com o casamento quebrado em segredo no banco de trás, a mesma fome sem frase, pronta para chegar ao estúdio e descarregar aquilo em quem ela mandava, se a boca enfim desengasgasse.