Aylin Depois do Expediente
Aylin fica no escritório da agência depois da reunião de fecho. Duarte e o diretor criativo não se vão embora. A mesa da sala de reuniões fica entre eles.
Nesta prateleira ficam narrativas eróticas em que várias pessoas adultas partilham a cena. O foco recai sobre encontros a três e sexo em grupo, com personagens de dezoito anos ou mais. A secção serve leitores de ficção sobre desejo coletivo.
4 contos
Quem chega agora a esta prateleira encontra os Contos de ménage e sexo em grupo, narrativas em que o desejo se reparte por várias pessoas adultas no mesmo espaço e no mesmo instante. O tom é o de uma ficção que observa o encontro sem o justificar e sem o reduzir a um discurso. As personagens reconhecem-se no escritório, na areia, no estúdio ou na casa de campo. A leitura destina-se a adultos que procuram histórias de desejo partilhado.
Aylin Depois do Expediente deixa a mulher no escritório da agência depois da reunião de fecho, com Duarte e o diretor criativo ainda na sala e a mesa das reuniões entre eles, e corresponde a um ménage no escritório depois de o expediente ter acabado. Aylin na Areia de Comporta segue-a até à praia de Comporta de noite, com Duarte e dois homens do bar, a areia vazia e o telemóvel deixado para trás, e trata do sexo em grupo na praia. Aylin no Estúdio Fechado permanece no estúdio de Lisboa depois de apagarem as luzes, só com o fotógrafo e o modelo, e lê-se como um conto erótico de sexo a três em que ninguém nomeia o que se segue.
A mesma mulher volta a aparecer numa festa numa quinta fora de Cascais, onde as portas já não fecham, Duarte está presente e a casa está cheia de gente que a reconhece da campanha. O encontro toma a forma de um conto erótico de orgia numa festa, sem que ela peça um quarto só para si. As situações que regressam são o fecho do dia de trabalho, a areia deserta de Comporta, o estúdio às escuras e a casa aberta no campo.