A Fome de Delfina
Delfina García, modelo de fitness de 22 anos, fica em Portugal para trabalho e encontra uma fome que o treino não cansa. Quatro noites distintas — um palácio fechado, uma igreja à meia-noite, um asilo abandonado e uma gruta no Alentejo — põem-na com um homem de cada vez, e ela escolhe ir até ao fundo. O que ela quer é alguém que iguale o esforço; o que iguala não é humano. No fim ela deixa de fingir que aquilo é só imagem e leva a consequência embora.
2 contos · 25 min de leitura
- 01
Delfina no Palácio Fechado
Delfina García fica só com o fotógrafo depois de um ensaio noturno num palácio de Sintra já fechado ao público. O edifício tem fama de não estar vazio. Ela decide não ir embora.
13 min de leitura
- 03
Delfina no Asilo Abandonado
Delfina vai de propósito a um asilo abandonado nos arredores do Porto porque o nome lhe veio no orgasmo. Lá dentro já está um homem a filmar as ruínas. Os dois decidem usar o sítio para o que ela já não faz numa cama normal.
12 min de leitura