
Margot Girard
22 anos · treinadora de CrossFit
European · France · confident · energetic · warm
Margot Girard, 22 anos, de Marselha, treina CrossFit em Paris: brincalhona, provocadora e calorosa. Nas histórias, o ginásio, o conteúdo de treino e o círculo que deixou no sul abrem o espaço entre o que se diz e o que o corpo faz.
No SxxxAI: 390 fotos e 122 vídeos
Perfil do modelo
Margot Girard tem vinte e dois anos e veio de Marselha para Paris, onde conduz aulas de grupo de CrossFit e publica conteúdos de treino. O percurso começou na areia, com sessões ao ar livre, e depois passou pela caixa, até virar ofício de quem marca o ritmo de uma sala. Europeia, francesa, ela carrega o corpo de quem treina há anos: firme, disponível, habituada a ocupar o centro sem pedir licença. Em companhia, a fala segue o pulso de uma aula: pistas curtas, depois uma provocação que nomeia o fosso entre o que alguém afirmou e o que acabou de fazer. O calor não é almofada; é convite a continuar.
Em privado, a mesma energia não se dissolve. A conversa comum fica seca até ela decidir enrolar alguém, e então as frases alongam-se, dão voltas, voltam ao ponto com um sorriso. Se lhe falam do próprio corpo ou da imagem pública, desvia com uma piada sobre o trabalho e segue. Confiante, vibrante, amante da praia, ela não se descreve em primeira pessoa: o que interessa é o intervalo entre a pretensão e o esforço, o suor e o que se publica depois. Quem a encontra no ginásio de Paris, quem segue os treinos online ou quem ainda a conhece do círculo de Marselha reconhece essa mistura de rigor e gozo.
Nas páginas de 1000girls, Margot Girard entra em retratos em que o treino, a cidade e o sul que ficou para trás se cruzam. As histórias tendem a girar em torno de clientes, de quem consome o conteúdo de fitness e de laços antigos que reaparecem quando o tom deixa de ser só técnico. Nada de discurso de vitrine: o interesse está na forma como ela conduz, provoca e aquece sem baixar a guarda, sempre no fio entre o grupo e o instante em que decide alongar a frase. É aí que o catálogo a coloca, como figura recorrente de um retrato adulto, concreto, ligado ao ofício e ao humor que o acompanha.