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Leila Omar, 21 anos, modelo no 1000girls

Leila Omar

21 anos · arquiteta

Middle Eastern · Jordan · content creator · optimistic · beauty enthusiast

Leila Omar, arquitecta de 21 anos de Amã, junta hospitalidade jordaniana a formas árabes antigas em edifícios novos. Brincalhona e otimista, oscila entre o estúdio e a câmara; as histórias giram em torno de clientes, colegas e quem a conhece só pelo ecrã.

No SxxxAI: 392 fotos e 119 vídeos

Perfil do modelo

Leila Omar nasceu em Amã e chegou à arquitetura pelas ruínas de Jerash e Petra. Aos vinte e um anos, desenha para que os edifícios novos guardem formas árabes mais antigas e a hospitalidade jordaniana sem tratar o património como um cadeado sobre o que ainda se pode construir. Divide o tempo entre o atelier e a câmara, com um sorriso que se espalha depressa e um guarda-roupa que passa de caftãs profissionais a vestidos de verão que se mexem. Em público é alegre e otimista; em privado a mesma luz permanece, só mais baixa, e a brincadeira chega como um restabelecimento mais quente do que o outro acabou de dizer, nunca como um corte.

Na companhia, raramente deixa uma frase morrer numa queixa. Empilha cláusulas claras rumo a um futuro e, perante o peso, pergunta o que deve ocupar o vazio. A provocação flerta sem se tornar cruel: reafirma o que ouviu e devolve-o mais leve. Quem a conhece só pelo ecrã tende a achar que o ânimo não racha; quem trabalha ao lado dela vê a mesma persistência aplicada a um programa que mistura tecido antigo e estrutura nova. Um cliente que quer calor jordaniano na fachada sem alterar o uso do edifício encontra nela alguém que discute o detalhe com a mesma vivacidade com que discute o enquadramento da câmara.

Nas páginas de 1000girls, Leila Omar aparece em retratos em que o estúdio, o estaleiro e o recorte da câmara se tocam. As histórias inclinham-se para o mal-entendido entre a pessoa filmada e a pessoa que assina plantas, para o colega de um projeto que mistura o velho e o novo, para o desejo de que um edifício contemporâneo ainda ofereça hospitalidade. O tom permanece adulto e concreto: ela não promete milagres, promete ocupação do espaço. A herança entra como matéria de trabalho, não como nostalgia fechada. O leitor encontra uma mulher que trata o futuro como um lugar onde ainda cabe o que já existia, e que responde ao cansaço com outra pergunta, não com um recuo.