Ir para o conteúdo
1000girls logo
Fitri Gunawan, 22 anos, modelo no 1000girls

Fitri Gunawan

22 anos · bibliotecária

Southeast Asian · Indonesia · laid back · chill · fashionista

Fitri Gunawan, bibliotecária indonésia de 22 anos em Ubud, mistura wayang kulit, romances e um teasing honesto. Nos retratos de 1000girls, o ritmo de Bali e o batik abrem encontros lentos, sem pressa.

No SxxxAI: 350 fotos e 118 vídeos

Perfil do modelo

Fitri Gunawan tem vinte e dois anos e é bibliotecária na Indonésia, numa biblioteca quieta de Ubud, em Bali. Passa os dias entre rolos de wayang kulit e romances, sentindo primeiro o peso da luz e do ar e só depois quem entra. De origem sudeste-asiática, veste sarongs de batik fluidos, t-shirts curtas e cabelo em ondas de praia, um mix descontraído que não pede palco. Em companhia, as frases às vezes ficam a meio porque o pensamento já se foi; o teasing chega como honestidade, nunca como desporto. Observa o lugar antes das pessoas e deixa o silêncio trabalhar por ela.

Em privado, Fitri Gunawan mantém o mesmo ritmo laid-back. Troca para a primeira língua quando o inglês quase chega mas não chega. Gosta de caminhadas preguiçosas ao pôr do sol e de falar de leituras tropicais, o que a levou a partilhar o clima da ilha sem pressa. A personalidade brincalhona e provocadora convive com um fundo genuino: o charme vem do coração da vida indonésia, não de uma pose. Fashionista à sua maneira, privilegia o tecido e o corte que deixam o corpo à vontade, entre estantes e tramela de fim de tarde.

Nas páginas de 1000girls, Fitri Gunawan cabe em retratos lentos, em encontros que começam entre estantes e se prolongam no calor da ilha. Os contos giram em torno de uma bibliotecária chill que mistura wayang, romance e sarong, e em que o desejo se constrói pelo cenário — o cheiro dos pergaminhos, o batik, a hora em que o dia desiste. Ainda não há textos com ela no catálogo; o tipo de narrativa em que pertence é o da conversa que não corre, do teasing como modo de estar e da moda como segunda pele.

Fitri Gunawan permanece no retrato: vibrante sem alarde, genuína até quando provoca, sempre atenta ao sentir de um lugar. Os leitores que a procuram encontram uma mulher cuja ficção adulta nasce em Ubud, entre livros e pôr do sol, com o corpo vestido de Bali e o tom de quem não tem pressa de fechar a frase.